Por: Josaine Airoldi
Começou no sábado.
O domingo foi mais tranquilo.
Na segunda-feira, mesmo me sentindo mal fui trabalhar. Era importante terminar as atividades pendentes.
Como o xarope não fez efeito, tive que compreender que estava doente e precisava de opinião médica. Então, esperei pacientemente durante a terça-feira o Márcio voltar de Esteio, para que me levasse ao hospital. Quando, enfim sou atendida recebo o diagnóstico: gripe. Compro todos os remédios prescritos.
Como o tratamento não fez efeito em três dias pois o corpo todo continua doendo. Não parava de tossir. Às vezes, segurava a respiração para não sentir dor, volto ao hospital, pois tenho direito a reconsulta.
Outro médico. Que bom! – penso. Eu tinha certeza que o diagnóstico estava errado e que se estivesse certo o tratamento estaria melhor.
Nova decepção: o médico me trata de maneira indiferente e mantêm o tratamento e acrescenta um remédio para dor no estômago. Com muita má vontade me dá um atestado de dispensa do trabalho por um dia.
O tratamento continua não fazendo nenhum efeito: respirar dói muito..
Preciso de um médico em quem confiar. Lembro do Doutor Ricardo. Espero bastante para ser atendida – horário de “encaixe”.
Ao sair do consultório com uma receita de remédios para o tratamento de pneumonia e atestado médico para sete dias, reparo nas minhas unhas mal cuidadas. Nesse instante percebo o quanto seria ruim se eu morresse agora com as unhas quebradas desse jeito. Morrer é inevitável, contudo manter as unhas bem cuidadas é possível.
04/09/2.010
