Por: Josaine Airoldi
Eu nunca fui escolhida para nenhuma apresentação nos tempos de escola. Nunca tive o perfil predileto das professoras.
Nessa apresentação todos poderiam participar: era para as mães.
Todos compraram um cartão com uma mensagem muito bonita, que eu lia sempre: “Retrato de mãe” – era a história de um viajante que agradecia a sua mãe por tudo o que havia lhe ensinado…
Minha mãe tinha outros planos para aquele dia – me levar pela primeira e única vez para tirar tiririca do brejo – material com o qual fabricava as peças de artesanato.
Enquanto sacolejava na carroça ia imaginando como estava sendo a apresentação.
Desde então a canção ficou para sempre na memória, atualmente um pouco modificada: “Eu tinha tanto pra lhe falar; mas só com palavras eu não sabia dizer: como era grande o meu amor por ela que se foi cedo demais…”
23/07/2.020

Escrevo para demonstrar minha revolta com o atual momento brasileiro. Não posso aceitar o que anda acontecendo com a nossa população. Penso que vivo em uma nação para poucos…
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Às vezes, tambem acho que vivo numa nação para poucos, por isso o Brasil está precisando muito de pessoas como você.
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